sábado, 10 de outubro de 2009

Quarenta e cinco do segundo tempo. E agora?

Fomos treinados seis mil anos antes de virmos para esta terra.
Imagino que poderíamos ver o que aqui estava acontecendo enquanto aprendíamos sobre este lugar.
Quão magnífico é nos colocarmos nesta condição – de aprendizes, ensinados diretamente dos céus, do Pai, um homem glorificado, mas que tempos passados foi como um de nós. Que passou pelo o que estamos passando agora e por isso nos ensinou tudo que deveríamos aprender – e quando prontos – como quem já se formou – fomos enviados.
Como todo enviado tem sua missão, temos a nossa.
Parece injusto, mas passar pelo véu do esquecimento é como concretizar as teorias eternas já antes estudadas, é desenvolver por nós mesmo o que aprendemos.
È ser professor do próprio eu e ao mesmo tempo ser um eterno aprendiz.
Felizmente não viemos totalmente leigos, todos nós viemos com uma luz – um quadro e um giz – e na medida em que buscamos essa sabedoria ocultada, ou seja, qual é nossa missão, um disciplinador aparece e escreve um ensinamento sobre uma linha e vai embora.
Aceito estes ensinamentos - conjuntos de leis, ordenanças - os números de linhas são incontáveis, pois teremos o poder e honra de termos a todo o momento este disciplinador por perto, além de uma promessa de sermos co herdeiro com Cristo e herdeiros do Pai, O qual nos ensinou como devemos agir aqui. Se somos herdeiros, logo temos direitos, a fortuna é de dar inveja, notamos isso pelo modo de agir de lúcifer e dos 1/3 das inteligências que o Pai criou.
Independente de qual seja sua missão agora, seu cargo, o ponto cardial em que você encontra, devemos ser santos irrepreensíveis diante do Pai.
Temos uma missão, fomos capacitados, não estamos sozinhos. Quando fecharmos os olhos para esta vida veremos que estávamos é dormindo, comparado a eternidade que nos espera. Sabemos o time que vai vencer, vamos jogar, não podemos ser substituídos no final do segundo tempo. Viva Israel.

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